Prime Energy e Motiva fecham contrato de energia solar para abastecer as rodovias Presidente Dutra e Castello Branco

Prime Energy e Motiva fecham contrato de energia solar para abastecer as rodovias Presidente Dutra e Castello Branco
Prime Energy e Motiva fecham contrato de energia solar para abastecer as rodovias Presidente Dutra e Castello Branco - Foto: Divulgação / Arquivo
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A Prime Energy e a Motiva selam um importante contrato de energia solar, visando a sustentabilidade das rodovias Presidente Dutra e Castello Branco.

A Prime Energy, fornecedora das soluções de energia renovável da Shell Energy no país, firmou um contrato de cinco anos com a Motiva, maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, para o fornecimento de energia solar por meio do modelo de geração distribuída para duas de suas concessionárias de rodovias. O acordo abrange as rodovias Presidente Dutra e Rio-Santos, administradas pela RioSP, bem como a Rodovia Castello Branco e demais trechos operados pela SPVias, reforçando o compromisso da Motiva com uma matriz energética 100% renovável em todos os seus ativos.

O contrato prevê o fornecimento anual de 2115,6 MWh de energia para 120 unidades consumidoras da Motiva — sendo 80 da concessionária RioSP e 40 da SPVias, no interior paulista. Essa energia limpa será utilizada para abastecer praças de pedágio, sistemas de iluminação, câmeras de monitoramento, balanças, e bases operacionais e administrativas. A geração será realizada por usinas localizadas nas áreas de concessão da CPFL Paulista e da Elektro, também no interior paulista. Toda a operação de geração compartilhada contará com certificados de energia renovável (I-RECs), o que garante a rastreabilidade e a comprovação da origem limpa da eletricidade.

Com esta contratação, a Motiva tem o potencial de evitar a emissão de 90,33 toneladas de dióxido de carbono (tCO₂e) anualmente e alcançar uma economia estimada de 26% na conta de energia dessas unidades, um benefício financeiro significativo atrelado à sustentabilidade.

Atualmente, estamos entre os 50 maiores consumidores de energia elétrica do país e encaramos os investimentos em fontes renováveis como um pilar essencial na estratégia de redução da nossa pegada de carbono. Como uma das principais agentes do setor de mobilidade, a Motiva tem como prioridade a gestão responsável de sua matriz energética. Expandir o uso de energia limpa reforça a solidez do nosso plano de descarbonização e garante que nossas operações avancem em consonância com as metas climáticas da Companhia. A parceria com a Prime Energy representa mais um passo consistente nessa direção e fortalece a posição da Motiva como referência em sustentabilidade e eficiência no uso de recursos”, afirma Pedro Sutter, vice-presidente de Inovação, Tecnologia, Risco e Sustentabilidade da Motiva.

Para Ana Lia Ferrero, CEO da Prime Energy, o contrato tem relevância significativa, tanto pelo volume de energia envolvido quanto pela marca associada.

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Com esta parceria, ampliamos nossa presença no setor de concessões rodoviárias e reforçamos o compromisso da Prime Energy em oferecer soluções de energia por assinatura com alta performance, previsibilidade e economia consistente. Atender as unidades consumidoras da Motiva, incluindo praças de pedágio e bases administrativas, demonstra a confiança na nossa capacidade de entregar eficiência e segurança operacional em larga escala”, completa a executiva.

Energia renovável como alicerce da transição energética da Motiva

A assinatura deste contrato de Geração Distribuída (GD) solar com a Prime Energy consolida a estratégia da Motiva de abastecer 100% de seus ativos de trilhos, rodovias e aeroportos com energia elétrica proveniente de fontes renováveis. Para eliminar as emissões de escopo 2, a Companhia está ampliando o consumo de energia limpa em todas as operações, seja por meio do projeto de autoprodução, migrações para o Ambiente Livre de Contratação ou contratos vinculados a certificados de energia renovável (I-RECs). No final de 2024, a Motiva já havia se tornado sócia de três usinas eólicas no Piauí, marcando seu primeiro projeto de autoprodução por equiparação. Estes empreendimentos já fornecem energia limpa para as operações de trilhos no Estado de São Paulo, abastecendo as linhas 4 (ViaQuatro) e 5 (ViaMobilidade) de metrô, e as linhas 8 e 9 (ViaMobilidade) de trens metropolitanos. Além da eletricidade de fontes renováveis, outra iniciativa importante adotada pela empresa é o uso de biocombustíveis na frota leve própria. O etanol já era utilizado em 92,4% dos veículos da Motiva ao final do ano passado, com a meta de atingir 100% até o fim de 2025.

Plano de transição para uma economia de baixo carbono

Com a redução de 55% das emissões já alcançada ao final de 2025, a Motiva possui um plano de transição para cobrir os 4 pontos percentuais restantes para atingir sua meta de redução de emissões de CO2 assumida junto ao SBTi, com prazo estipulado até 2033. Neste sentido, a Companhia foca em dois desafios centrais: 1) manter as emissões de escopo 2 zeradas, o que será garantido pela continuidade da estratégia de consumir eletricidade somente de fontes renováveis, e 2) avançar na redução das emissões de escopo 1. Para alcançar esses objetivos, a estratégia definida pela Diretoria de Sustentabilidade da Motiva prevê alavancas de descarbonização como: acelerar a eletrificação da frota operacional (incluindo guinchos leves e ambulâncias), expandir o uso de combustíveis de baixo carbono (para veículos que não podem ser eletrificados) e adotar sistemas de refrigeração mais eficientes em suas operações metroferroviárias, tanto nos vagões quanto nos prédios.

Conexão com a estratégia de longo prazo

Todas essas iniciativas estão intrinsecamente conectadas ao pilar estratégico “Redução do Risco Climático e da Pegada Ambiental”, que faz parte do eixo “Liderança Sustentável” da Ambição 2035, a estratégia de longo prazo da Motiva. A implementação e a execução deste plano de transição são monitoradas pelo Comitê Estratégico de Sustentabilidade, que conta com a participação dos membros da diretoria-executiva. Este alinhamento garante que as ações de sustentabilidade, como o novo contrato de energia solar, estejam integradas à governança corporativa e impulsionem o crescimento da empresa de forma responsável no setor de mobilidade e infraestrutura. A economia de custos de eletricidade projetada de 26% reforça o aspecto financeiro positivo dessas medidas ambientais.

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