Policial aposentado suspeito de espionagem ilegal

Policial aposentado suspeito de espionagem ilegal
Policial aposentado suspeito de espionagem ilegal - Foto: Reprodução / Arquivo
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Por Misto Brasília – DF

Por Misto Brasília – DF

A Operação Nexus Fractus, conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), está investigando o uso indevido de dados e informações confidenciais de bancos de dados restritos de órgãos públicos. A prática, conhecida como “arapongagem” (espionagem ilegal), seria realizada por um policial civil aposentado que ocupa um cargo de confiança no governo do Distrito Federal. Até o momento, o nome do suspeito e a qual órgão ele está diretamente ligado não foram divulgados pelas autoridades.

A Investigação em Detalhes

A investigação foi deflagrada após uma denúncia anônima indicar que uma “empresa privada de investigação” estaria monitorando autoridades públicas, empresários e outros cidadãos do Distrito Federal. Essa vigilância teria ocorrido com a utilização irregular de dados obtidos em sistemas restritos da administração pública. Em resposta à denúncia, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão. Na residência do suspeito, foram encontrados objetos relevantes para a investigação e dinheiro em espécie. A Delegacia de Repressão à Corrupção não divulgou detalhes sobre o suspeito.

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Quem Foi Afetado

Informações sigilosas teriam sido reunidas de jornalistas e autoridades, de acordo com as primeiras apurações. O acesso indevido abrange um amplo espectro de indivíduos. Foram obtidas informações cadastrais de empresários, policiais, jornalistas, servidores públicos que trabalham em gabinetes de parlamentares tanto do legislativo distrital quanto federal, e do executivo local. Além disso, foram acessadas informações de pessoas com vínculo de parentesco com essas personalidades. De acordo com a Polícia Civil, esse acesso foi feito a bases de dados institucionais, incluindo os próprios sistemas da PCDF, por meio de um Acordo de Cooperação Técnica.

Visão Geral

As consultas a esses sistemas restritos teriam sido utilizadas para “fins particulares ainda não identificados”, conforme nota da polícia, possivelmente em benefício de uma empresa privada vinculada ao próprio investigado. Essa é uma hipótese central que está sendo apurada no âmbito do inquérito policial. A operação busca esclarecer a extensão dessa prática e as responsabilidades envolvidas, garantindo a integridade e a segurança das informações contidas nos bancos de dados públicos.

Créditos: Misto Brasil

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