Vazamento de Petróleo na Plataforma da Petrobras: Um Desastre Ambiental em Águas Profundas
A Petrobras detectou um vazamento a 2.700 metros de profundidade, com descarte direto no mar, conforme comunicado oficial
Por Misto Brasil – DF
A Petrobras comunicou, nesta terça-feira, a ocorrência de perda de fluido de perfuração durante a execução de um poço na Bacia da Foz do Amazonas no domingo, o que levou à paralisação das atividades de exploração.
Em seu comunicado, a empresa detalhou que a perda do fluido de perfuração foi contida e isolada imediatamente. Foi ressaltado que o material liberado está dentro dos limites de toxicidade permitidos e é biodegradável, garantindo que “não há dano ao meio ambiente ou às pessoas”.
Anteriormente, a CNN Brasil havia reportado que a paralisação das atividades de perfuração poderia durar entre 10 e 15 dias. No entanto, a Petrobras não estabeleceu um prazo específico, segundo informações reportadas pela Reuters, Estadão e InfoMoney.
Após uma inspeção inicial na superfície não indicar anormalidades, um robô submarino operado remotamente (ROV) foi empregado e localizou o vazamento a aproximadamente 2.700 metros de profundidade, com o material sendo despejado diretamente no mar.
O volume total estimado do fluido de perfuração vazado foi de 14,945 m³. A descarga foi um evento instantâneo e já foi interrompida.
A Petrobras confirmou o incidente, reiterando que a perda do fluido foi imediatamente contida e isolada. A empresa adicionou que “as linhas serão trazidas à superfície para avaliação e reparo”.
A estatal também assegurou que não há problemas nem com a sonda nem com o poço, os quais se mantêm em total condição de segurança. De acordo com o comunicado, o ocorrido não representa riscos à segurança geral da operação de perfuração.
Visão Geral
A Petrobras sofreu um incidente de perda de fluido de perfuração em um poço na Bacia da Foz do Amazonas, resultando na paralisação das atividades exploratórias. O vazamento, que ocorreu a 2.700 metros de profundidade com descarte no mar, foi rapidamente contido. A empresa enfatiza que o material liberado é biodegradável e não apresenta risco ambiental ou de segurança à operação, embora as linhas afetadas serão recuperadas para reparos.
Créditos: Misto Brasil






















