Motiva reduz emissões em 61% em 2025 e cumpre com oito anos de antecedência meta validada pela SBTi para 2033

Motiva reduz emissões em 61% em 2025 e cumpre com oito anos de antecedência meta validada pela SBTi para 2033
Motiva reduz emissões em 61% em 2025 e cumpre com oito anos de antecedência meta validada pela SBTi para 2033 - Foto: Divulgação / Arquivo
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A Motiva alcançou uma redução de 61% em suas emissões de escopos 1 e 2 em 2025, superando a meta da SBTi estabelecida para 2033, graças a investimentos significativos em energias renováveis e biocombustíveis.

A Motiva, que se consolidou como a maior empresa de infraestrutura de mobilidade no Brasil, encerrou o ano de 2025 com uma notável redução de 61% em suas emissões de escopos 1 (diretas) e 2 (consumo de energia), quando comparado aos níveis de 2019. Este feito a coloca oito anos à frente da meta de diminuição de 59% até 2033, validada pela Science Based Targets initiative (SBTi). O sucesso dessa agenda de descarbonização é um reflexo direto do consumo estratégico de biocombustíveis, da diminuição no uso de combustíveis fósseis e dos robustos investimentos em fontes de eletricidade renovável.

Em 2023, a Motiva firmou-se como pioneira no setor de infraestrutura de mobilidade ao ter suas metas de redução de emissões aprovadas pela SBTi. Além do compromisso com a redução de 59% nos escopos 1 e 2 até 2033 (usando 2019 como ano-base), a Companhia estendeu seu alcance em 2024, assumindo a meta de atingir a neutralidade carbônica nos mesmos escopos até 2035, como parte integrante da estratégia denominada Ambição 2035. Essas conquistas refletem uma gestão proativa e um planejamento detalhado para o futuro sustentável das operações da empresa.

A expressiva redução nas emissões foi influenciada pelas recentes reestruturações no portfólio de ativos da Motiva. Isso inclui o encerramento da operação de Barcas e a aquisição das concessões aeroportuárias e rodoviárias (PRVias e Sorocabana), além da gestão das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda de trens e do VLT Carioca. Com a exclusão das emissões de Barcas, que não integravam o cálculo inicial de 2019, a comparação dos dados se ajustou.

A transformação resultou na queda das emissões de escopos 1 e 2 de 66,499 mil toneladas de carbono equivalente (ton CO2e) em 2019 para 25,859 mil ton CO2e no final de 2025, representando uma redução líquida de 61%. A comparação entre 2024 e 2025 sozinha mostra uma queda adicional de 25%. Tal êxito deve-se à eliminação total das emissões de escopo 2 ao final de 2024, alcançada quando 100% dos ativos passaram a ser supridos exclusivamente por energia elétrica de fontes renováveis, um marco significativo na sustentabilidade operacional.

“Ao estabelecer metas alinhadas à ciência, a Motiva assume responsabilidade direta na transição para uma economia de baixo carbono. A redução de 61% das emissões em 2025 reflete a implementação das ações previstas em nosso plano de transição, e sabemos que ainda há muito desafios relevantes a vencer nos próximos anos, o que exigirá a adoção de novas iniciativas e a manutenção das boas práticas já consolidadas”, afirma a diretora de Sustentabilidade da Motiva, Juliana Silva.

Aposta em energia elétrica limpa e renovável

Para assegurar a zeragem de suas emissões de escopo 2, a Motiva tem intensificado o uso de fontes renováveis em todas as suas operações. A Companhia está investindo em produção própria de energia por diversas modalidades e migrou suas operações para o mercado livre, onde contratos garantem a aquisição de certificados de energia renovável (I-RECs). Esse esforço garante que o consumo de eletricidade seja integralmente proveniente de fontes limpas.

No final de 2024, um avanço importante foi a aquisição de participação em três usinas eólicas localizadas no Piauí, que fazem parte do Complexo Otis. Esta iniciativa configura o primeiro projeto de autoprodução por equiparação da Companhia, fornecendo energia limpa para as operações da plataforma de Trilhos em São Paulo, incluindo as linhas de metrô 4 (ViaQuatro), 5 e 17 (ViaMobilidade), e as linhas de trens 8 e 9 (ViaMobilidade).

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Adicionalmente à energia elétrica mais limpa, a empresa implementou o uso de biocombustível na sua frota leve própria. Em 2025, o etanol já constituía o combustível exclusivo para 92,4% dos veículos pertencentes à Motiva, reduzindo ainda mais a dependência de combustíveis fósseis em suas atividades.

Plano de transição para a economia de baixo carbono

Com a redução significativa de 61% alcançada até o fim de 2025, a Motiva estabeleceu um plano de transição focado em manter as emissões aderentes à meta da SBTi. Os dois principais focos estratégicos são: 1) a manutenção do escopo 2 zerado, garantida pela continuidade da estratégia de consumo exclusivo de energia elétrica renovável, e 2) o avanço progressivo na redução das emissões de escopo 1, que representam o desafio mais imediato.

A estratégia também se adapta às perspectivas de crescimento da Motiva no médio e longo prazo. A Companhia consolidou recentemente a conquista de três novas concessões rodoviárias (PRVias, Sorocabana e Fernão Dias) e pode expandir seu portfólio em 2026. Além disso, novas estações de metrô entrarão em operação em breve no Metrô Bahia, na Linha 4-Amarela (SP) e na Linha 5-Lilás (SP), e a operação da Linha 17-Ouro (SP) será assumida.

Atualmente, os combustíveis móveis e as emissões fugitivas correspondem, respectivamente, a 59% e 35% do total das emissões de escopo 1 da Motiva. Para endereçar isso, a Diretoria de Sustentabilidade planejou alavancas de descarbonização, como a aceleração da eletrificação da frota operacional (incluindo guinchos leves e ambulâncias), a expansão do uso de combustíveis de baixo carbono para veículos não eletrificáveis, e a implementação de sistemas de refrigeração mais eficientes em suas operações metroferroviárias, tanto em vagões quanto em edificações.

Todas essas ações estão intrinsecamente ligadas ao pilar estratégico “Redução do Risco Climático e da Pegada Ambiental”, que faz parte do eixo “Liderança Sustentável” da Ambição 2035, a estratégia de longo prazo da Motiva. A execução deste plano de transição é supervisionada de perto pelo Comitê Estratégico de Sustentabilidade, que conta com a participação da diretoria-executiva e dos sponsors dos cinco pilares estratégicos do eixo de sustentabilidade.

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