O Legado Empresarial de João Carlos Mansur: Uma Jornada de Sucesso com a Reag Investimentos
O Histórico de João Carlos Mansur e a Reag Investimentos
Por Misto Brasil – DF
O Banco Central (BC) decretou, nesta quinta-feira (15), a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, que recentemente mudou seu nome, sendo anteriormente conhecida como a gestora de fundos Reag.
A empresa é investigada por seu suposto envolvimento em um esquema fraudulento ligado ao Banco Master. O fundador da Reag é João Carlos Mansur, que foi um dos alvos de mandados de busca e apreensão na mais recente fase da Operação Compliance Zero.
De acordo com informações do colunista Lauro Jardim, Mansur estaria atualmente no exterior.
Leia: Banco Central decreta liquidação da CBSF DTVM, ex-Reag
Leia: investigação não afasta Nelson Tanure da Light
O BC identificou parte das suspeitas relacionadas ao Banco Master e repassou as informações aos órgãos de investigação.
Um dos pontos críticos observados foi uma série de transações rápidas efetuadas por uma rede de fundos de investimento geridos pela Reag DTVM, originadas de um empréstimo de R$ 459 milhões concedido pelo Banco Master, pertencente a Daniel Vorcaro. Uma dessas movimentações suspeitas registrou um retorno impressionante de 10.502.205,65% em 2024.
Formação e Trajetória Profissional de João Carlos Mansur
Mansur possui formação em Ciências Contábeis e um MBA em gestão financeira e administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Em seu perfil profissional no LinkedIn, ele declara ter mais de 35 anos de experiência abrangendo áreas como auditoria, controladoria, gestão financeira, desenvolvimento de negócios, análise de investimentos e gestão empresarial.
Antes de fundar a Reag Investimentos em 2012, Mansur trabalhou em importantes empresas, o que ajudou a consolidar a Reag como uma das maiores gestoras independentes de fundos do país em poucos anos.
No entanto, em setembro, após ser alvo da Operação Carbono Oculto (que investiga o envolvimento do PCC na distribuição de combustíveis), a Reag comunicou a venda de seu controle acionário e a consequente saída de Mansur da presidência do conselho.
Naquele mesmo mês, Mansur renunciou a outros cargos administrativos em um esforço para mitigar a crise de credibilidade. Ele era presidente do Conselho de Administração do Grupo Azevedo & Travassos, uma empresa de engenharia, infraestrutura e energia, posição que ocupava desde novembro de 2024.
Paralelamente, ele integrava o Conselho de Administração da SteelCorp, um conglomerado industrial com atuação em aço, mineração e energia.
Em julho do ano passado, Mansur também deixou o conselho da Lux Oil & Gas International, empresa do setor de petróleo e gás com operações internacionais, após quase seis anos de participação.
O empresário também exerceu a presidência do Conselho de Administração da GetNinjas, uma plataforma digital de contratação de serviços, durante um ano, entre novembro de 2023 e dezembro de 2024.
Influência no Futebol e Setor Imobiliário
Mansur construiu uma reputação como um dos empresários mais influentes na intersecção entre o mercado financeiro e o futebol brasileiro, movimentando somas bilionárias nestes investimentos. Ele atua como conselheiro influente no Palmeiras, gerencia as finanças do estádio do Corinthians e articula investimentos vultosos em clubes como Juventus e Portuguesa.
Além disso, Mansur teve uma presença notável no setor imobiliário. Ao longo dos anos, participou de conselhos administrativos de empresas como a Santos Dumont Empreendimentos Imobiliários, que esteve envolvida no desenvolvimento do projeto Bossa Nova Mall, localizado no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
Também fez parte do conselho da FYP Engenharia, focada em projetos residenciais do programa Minha Casa Minha Vida, e da FRJR Empreendimentos Imobiliários, especializada em centros comerciais de pequeno e médio porte. (Texto adaptado do site InfoMoney)
Visão Geral
O texto detalha a liquidação extrajudicial da CBSF DTVM (antiga Reag Investimentos), determinada pelo Banco Central, devido a suspeitas de fraude ligada ao Banco Master. O fundador, João Carlos Mansur, que possui vasta experiência em finanças, auditoria e gestão, e que transformou a Reag em uma das maiores gestoras independentes do país desde 2012, é o pivô da investigação e estaria fora do país. A crise de credibilidade surgiu após sua ligação com a Operação Carbono Oculto, levando-o a se afastar de conselhos em diversas empresas de setores como engenharia, energia, aço e petróleo. Mansur também é conhecido por sua forte influência no futebol brasileiro e sua participação em empresas do setor imobiliário.
Créditos: Misto Brasil






















