Classes A, B e C registram aumento no número de famílias

Classes A, B e C registram aumento no número de famílias
Classes A, B e C registram aumento no número de famílias - Foto: Reprodução / Arquivo
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Estudo da FGV Revela Aumento de Renda nas Classes A e B no Distrito Federal

Estudo da FGV Revela Aumento de Renda nas Classes A e B no Distrito Federal

O Distrito Federal (DF) apresentou um crescimento de 1,8 pontos percentuais nas classes de maior renda (A, B e C) entre os anos de 2022 e 2024.

Por Misto Brasília – DF

De acordo com a análise, a população pertencente às classes A (renda superior a 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos) no Distrito Federal subiu de 82,7% para 84,5% do total, conforme dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Análise Nacional e Fatores Impulsionadores

Em âmbito nacional, o mesmo estudo da FGV demonstrou que 17,4 milhões de pessoas ascenderam socialmente, saindo da pobreza e ingressando em faixas de renda mais elevadas. Isso representa um avanço de 8,44 pontos percentuais no período analisado.

O crescimento observado foi majoritariamente impulsionado por dois fatores principais: o aumento da renda proveniente do trabalho e a efetividade de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e iniciativas de fomento à educação e ao acesso a crédito.

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O Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, destacou que os resultados comprovam a eficácia das ações direcionadas à população de baixa renda.

“Observamos pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora fazem parte da classe média. Isso sinaliza que o programa não se limita à transferência de renda; ele abre caminhos para a educação, o emprego e o empreendedorismo”, afirmou o ministro.

Visão Geral

O estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica uma melhoria na distribuição de renda no Distrito Federal e no Brasil entre 2022 e 2024. No DF, houve um aumento de 1,8 pontos percentuais na concentração das classes A, B e C. Nacionalmente, o avanço foi ainda mais significativo, com 17,4 milhões de pessoas saindo da pobreza, impulsionado pelo aumento da renda do trabalho e pela eficácia dos programas sociais governamentais.

Créditos: Misto Brasil

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