Banco Central Desmente Orientacao Sobre Master ao BRB

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Banco Central Desmente Orientacao Sobre Master ao BRB - Foto: Reprodução / Arquivo
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Detalhes sobre as Atuações do Banco Master e do BRB

Declarações sobre o Banco Master e o BRB

O Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, afirmou à CNN Brasil que teve encontros limitados com Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e negou ter discutido a transação entre o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master com ele.

Por Misto Brasília – DF

Nesta sexta-feira (23), o **Banco Central (BC)** negou oficialmente que seu diretor de fiscalização, Ailton de Aquino, tenha recomendado ao **BRB** a compra de carteiras consideradas fraudulentas do **Banco Master**. Estima-se que essa aquisição teria gerado um custo de R$ 12 bilhões para a instituição estatal do Distrito Federal.

O **Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha**, declarou que se reuniu poucas vezes com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e assegurou que **nunca abordou a operação entre o BRB e o Banco Master** com o banqueiro.

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Segundo Ibaneis, a negociação entre as duas instituições financeiras foi conduzida diretamente pelo **ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa**, que foi afastado após a deflagração da Operação Compliance Zero pela Polícia Federal.

Ibaneis declarou: “Estive com ele poucas vezes e **nunca tratei sobre o banco**. Toda operação de compra foi tratada diretamente com o Paulo Henrique”.

A autoridade monetária (BC) informou que a subsequente aquisição do Master pelo BRB foi impedida justamente após a detecção de graves irregularidades nos ativos examinados.

O Banco Central relatou que Ailton de Aquino afirmou **“jamais ter recomendado a aquisição de carteiras fraudadas”** e, voluntariamente, decidiu abrir seus registros bancários, fiscais e de comunicações com o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

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O BC destacou que foi a área liderada pelo Diretor Ailton de Aquino que tomou a iniciativa de comunicar os ilícitos criminais ao Ministério Público Federal, fornecendo documentação de comprovação e análises técnicas detalhadas. Posteriormente, para evitar novas transações que pudessem afetar a liquidez do BRB, a área de Supervisão, sob a direção do mesmo Diretor, impôs uma medida prudencial preventiva ao BRB. Por fim, coube ao Diretor submeter à Diretoria Colegiada do Banco Central a proposta de liquidação extrajudicial das empresas do Conglomerado Master, devido, entre outros fatores, aos atos ilícitos cometidos nelas.

Nota Divulgada pelo Banco Central

Em relação às notícias sobre a cessão de carteiras de crédito do Banco Master para o BRB, o Banco Central esclarece que, sob a gestão do Diretor Ailton de Aquino Santos, a área de Supervisão da Autarquia identificou inconsistências nessas operações. Imediatamente, foram conduzidas investigações rigorosas que comprovaram a insubsistência dos ativos contidos nessas carteiras.

A iniciativa de reportar os ilícitos criminais ao Ministério Público Federal também partiu da área chefiada pelo Diretor Ailton de Aquino, acompanhada de documentação probatória e análises técnicas criteriosas. Em seguida, visando prevenir novas operações com potencial impacto na liquidez do BRB, a área de Supervisão, orientada pelo mesmo Diretor, aplicou uma medida prudencial preventiva ao BRB. Por fim, foi o próprio Diretor quem propôs à Diretoria Colegiada do Banco Central a liquidação extrajudicial das instituições do Conglomerado Master, em função, inclusive, dos ilícitos praticados.

Dessa forma, o Diretor Ailton de Aquino reitera que, evidentemente, nunca recomendou a compra de carteiras fraudulentas.

O Banco Central tem o dever legal de monitorar continuamente as condições de liquidez, incluindo aquisições de ativos entre instituições financeiras, para garantir a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional e proteger os interesses de depositantes, investidores e outros credores. No cumprimento deste mandato, a área de Supervisão do BC monitora rotineiramente os riscos e busca soluções para quaisquer problemas de liquidez identificados em qualquer instituição financeira, conforme a legislação vigente.

A legislação atual estabelece que cada instituição financeira é a única e totalmente responsável pela análise da qualidade dos créditos que adquire no mercado, devendo manter os controles internos necessários para gerenciar adequadamente os riscos de seus negócios.

Por fim, reafirmando seu compromisso com a transparência e ciente de suas responsabilidades como servidor público e cidadão, o Diretor Ailton de Aquino disponibiliza ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal suas informações bancárias, fiscais e os registros de suas conversas com o ex-Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, renunciando ao sigilo sobre elas para esta finalidade.

Visão Geral

O Banco Central refuta a alegação de que seu diretor recomendou a compra de ativos fraudulentos do Banco Master pelo BRB. O Governador Ibaneis Rocha nega ter discutido a operação com o dono do Master, atribuindo a condução do negócio ao ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. O BC agiu para barrar a aquisição após identificar irregularidades e iniciou a comunicação dos ilícitos às autoridades competentes, culminando na proposta de liquidação do Conglomerado Master. O Diretor Ailton de Aquino se coloca à disposição das investigações, abrindo seus sigilos.

Créditos: Misto Brasil

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