BNDES libera R$ 150 milhões para expansão e inovação tecnológica do Grupo Cerradinho

BNDES libera R$ 150 milhões para expansão e inovação tecnológica do Grupo Cerradinho
BNDES libera R$ 150 milhões para expansão e inovação tecnológica do Grupo Cerradinho - Foto: Reprodução / Freepik | Pixbay
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BNDES destina R$ 150 milhões para impulsionar a inovação e expansão de biocombustíveis do Grupo Cerradinho

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou um aporte significativo de R$ 150 milhões para o Grupo Cerradinho. A iniciativa, que faz parte do programa BNDES Mais Inovação, visa fortalecer a cadeia de combustíveis renováveis no Brasil, com foco na transição energética.

Os recursos serão aplicados na modernização tecnológica, automação e ampliação das unidades industriais do grupo localizadas em Chapadão do Céu (GO) e Maracaju (MS). Essas regiões são consideradas estratégicas para o desenvolvimento do etanol de milho e da bioenergia no Centro-Oeste brasileiro.

A verba será dividida em dois contratos. Uma operação de R$ 50 milhões foi destinada à Neomille S.A., empresa do grupo focada no processamento de milho, para a aquisição de maquinários e equipamentos de ponta, além de serviços tecnológicos. Os R$ 100 milhões restantes serão aplicados conjuntamente pela Cerradinho Bioenergia S.A. e Neomille, financiando bens de capital inovadores e insumos agrícolas nacionais, com o objetivo de aumentar a eficiência do processamento energético.

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Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, ressaltou que os investimentos promovem a convergência entre avanço tecnológico e metas ambientais, buscando maior eficiência energética e a redução das emissões de carbono.

O aporte reforça a estratégia de diversificação do Grupo Cerradinho, um dos maiores complexos sucroenergéticos da América Latina. A expansão das operações com milho, via Neomille, tem sido fundamental para a receita do grupo, otimizando a produção de biocombustíveis e coprodutos de alto valor, como o DDG e o óleo de milho. Além disso, os investimentos em modernização também visam aprimorar a cogeração de bioeletricidade a partir de resíduos biomássicos, contribuindo para a oferta de energia limpa no Sistema Interligado Nacional (SIN). A iniciativa consolida o Centro-Oeste como polo produtor de biocombustíveis e energia renovável.

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