A partir do dia 16 de junho de 2026, a Caixa Cultural Brasília abre suas portas para a exposição “Galeno, o mistério do simples”. O evento presta uma homenagem póstuma ao artista Francisco Galeno, falecido em 2025, oferecendo ao público um panorama completo de sua trajetória artística.
A partir do dia 16 de junho de 2026, a Caixa Cultural Brasília abre suas portas para a exposição “Galeno, o mistério do simples”. O evento presta uma homenagem póstuma ao artista Francisco Galeno, falecido em 2025, oferecendo ao público um panorama completo de sua trajetória artística.
Uma imersão na trajetória de Francisco Galeno
A mostra oferece uma experiência profunda pela carreira de Francisco Galeno, exibindo uma curadoria diversificada que inclui pinturas, esculturas em madeira, gravuras e objetos pessoais. O objetivo central é conduzir o visitante por um universo poético, revelando como as memórias da infância e a cultura popular brasileira moldaram a produção do artista. Além disso, aspectos da vida pessoal de Galeno — como sua paixão pelo time de futebol Botafogo — são explorados, humanizando a figura do criador por meio de fotografias e arquivos de jornais.
Destaques e a identidade brasiliense do artista
Entre os principais atrativos da exposição, destacam-se três obras cedidas pelo acervo do Museu de Arte de Brasília (MAB) e a exibição do documentário “Galeno, Curumim Arteiro”, dirigido por Marcelo Diaz. A exposição reforça a conexão indissociável entre Galeno e o Distrito Federal, destacando intervenções urbanas icônicas, como o mural da Igrejinha da 308 Sul e o trabalho realizado no calçadão de Brazlândia.
Legado e reconhecimento
A organização do evento conta com a curadoria de Paulo Herkenhoff — desejo que foi pessoalmente expressado pelo próprio artista antes de falecer — e a coordenação técnica da Referência Galeria de Arte. Para a família, a exposição representa um reconhecimento emocionante e uma oportunidade vital de perpetuar o legado cultural deixado pelo pintor.
Visão Geral
Nascido no Piauí e criado em Brazlândia, Galeno construiu uma linguagem artística singular ao fundir as raízes do Nordeste brasileiro com a paisagem do Cerrado. Essa identidade única alcançou projeção internacional ao longo de sua vida. Um exemplo recente do impacto de sua obra ocorreu em 2025, quando a peça “As Quatro Estações” foi incorporada ao acervo artístico do Palácio do Planalto. A mostra também celebra a forte ligação do artista com o público brasiliense, mantendo viva a memória de um nome essencial para a arte contemporânea brasileira.
Créditos: Misto Brasil























