A economia brasileira em 2026: perspectivas e desafios
A estimativa para o crescimento da economia em 2026 foi mantida em 1,8%, nível que se repete há oito semanas no boletim Focus
Por Misto Brasil – DF
O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (02), apresentou atualizações nas projeções do mercado. A estimativa de inflação (IPCA) para 2026 registrou uma nova queda, atingindo 3,99%. As projeções para o dólar se mantiveram em R$ 5,50, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2026 permaneceu em 1,8%, e a taxa Selic anualizada seguiu em 12,25%.
Especificamente para 2026, a mediana da projeção do IPCA recuou de 4,00% na semana anterior para 3,99%, marcando a quarta redução consecutiva.
Projeções de Inflação (IPCA) para os Anos Seguintes
Em 2027, a projeção para o IPCA manteve-se estável em 3,80% pela 13ª semana consecutiva. Para 2028, a estimativa permaneceu em 3,50%, sem alterações há 13 semanas. Em 2029, o número também se manteve estável em 3,50%, repetindo-se por 22 semanas.
Variações no IGP-M
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou uma leve elevação na projeção para 2026, subindo de 3,87% para 3,92%. Para 2027, a estimativa continua em 4,00%, mantida por 55 semanas. Em 2028, a projeção segue em 3,85%, estável há nove semanas. Já em 2029, a projeção avançou de 3,71% para 3,78%, configurando a segunda alta seguida.
Estimativas para o Crescimento Econômico (PIB)
A estimativa para o crescimento da economia em 2026 foi mantida em 1,8%, um patamar repetido por oito semanas consecutivas. Para 2027, a projeção ficou em 1,80%, acumulando cinco semanas de estabilidade no nível atual. O mercado continua projetando uma alta de 2,0% para o PIB em 2028, número inalterado há 99 semanas, e em 2029 a mediana também se mantém em 2,0%, estável há 46 semanas.
Visão Geral
O Boletim Focus mais recente, divulgado pelo Banco Central, indica estabilidade nas expectativas de crescimento do PIB para 2026 (1,8%) e uma leve redução na projeção de inflação (IPCA) para o mesmo ano (3,99%). Outros indicadores, como a taxa Selic (12,25%) e a cotação do dólar (R$ 5,50), também se mantiveram estáveis nas projeções de curto prazo, enquanto o IGP-M apresentou um pequeno aumento para 2026.
Créditos: Misto Brasil























