Pelo segundo dia consecutivo, as ações de educação seguem entre os principais destaques positivos na bolsa, com nova máxima histórica
Pelo segundo dia consecutivo, as ações de educação seguem entre os principais destaques positivos na bolsa, com nova máxima histórica
Por Misto Brasil – DF
O dólar continuou enfraquecido em relação a moedas fortes e emergentes, impulsionado pelo alívio nas tensões geopolíticas envolvendo os Estados Unidos e pela continuidade do movimento de rotação global de capitais.
Nesta quinta-feira (22), o dólar à vista encerrou a sessão cotado a R$ 5,2845, registrando uma queda de 0,68%, atingindo seu menor nível desde novembro.
Essa tendência acompanhou o cenário externo. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, índice que compara o dólar com uma cesta de seis moedas globais, como o euro e a libra, estava em queda de 0,40%, aos 98.364 pontos.
O dólar manteve o movimento iniciado no dia anterior, apresentando mais um dia de perdas frente ao real devido ao breve relaxamento nas tensões geopolíticas, o que resultou em um aumento no apetite por risco por parte dos investidores internacionais.
A Nomad aponta que o movimento foi reforçado pela queda nos *yields* dos *Treasuries* de médio e longo prazo. Esses títulos, que apresentaram maior volatilidade durante a semana, atuaram hoje no sentido de enfraquecer o dólar no exterior, levando o índice DXY a caminhar para o seu menor nível de fechamento no ano.
Houve também a divulgação de dados econômicos importantes nos EUA: o Produto Interno Bruto (PIB) superou as expectativas, confirmando uma atividade econômica ainda aquecida, enquanto o PCE (medida de inflação preferida do Fed) ficou em linha com o consenso, não gerando um impacto significativo nos preços dos ativos no dia.
No mercado interno, o cenário continua sendo influenciado por um forte fluxo de capital estrangeiro direcionado a ativos brasileiros, que foi o principal fator de queda para o dólar na sessão.
O Brasil se mantém como uma das moedas com o maior *carry* entre os mercados emergentes. Essa característica, combinada a um ambiente global favorável ao risco, continua a impulsionar a valorização do real frente ao dólar neste ano.
Pelo segundo dia consecutivo, as ações do setor de educação estão entre os principais destaques positivos na bolsa.
As empresas educacionais estão capitalizando o bom momento da bolsa brasileira para expandir seus resultados. No início da tarde desta quinta-feira (22), o Ibovespa atingiu novamente sua máxima histórica, ultrapassando os 177 mil pontos.
Desde quarta-feira (21), as ações das empresas educacionais têm apresentado forte alta após uma revisão positiva feita pelo BTG Pactual.
Nesta quinta-feira, as ações da Ânima (ANIM3) lideram os ganhos. Por volta das 15h15, o papel registrava uma alta de +9,95%. No mesmo setor, a COGN3 também subia com +6,91%, seguida por YDUQ3 (+5,81%), CSED3 (+4,91%) e SEER3 (+4,83%).
Visão Geral
O mercado financeiro observou um enfraquecimento contínuo do dólar frente a moedas fortes e emergentes, reflexo da diminuição das tensões geopolíticas e de um apetite global por risco. No Brasil, o dólar atingiu seu menor valor em meses, sustentado pelo forte fluxo de capital estrangeiro atraído pelo *carry* positivo da moeda local. Paralelamente, o setor de educação na bolsa brasileira registrou ganhos significativos pelo segundo dia consecutivo, impulsionado por uma revisão positiva de analistas, levando o Ibovespa a novas máximas históricas.
Créditos: Misto Brasil






















