Transição Energética Perde Tração em 2026—O Fórum Econômico Mundial divulgou um relatório que afirma que a transição energética perdeu fôlego em 2026, com o nível global de preparo para implementar fontes renováveis caindo 0,76% em relação a 2025. Isso representa a maior queda registrada em mais de uma década.A análise do Índice de Transição Energética (ETI) avaliou 120 países conforme 44 indicadores, resultando em notas de zero a cem. A média global foi calculada em 57,3 pontos, avanço de apenas 0,03% em relação ao ano anterior.O relatório destaca que o progresso da transição está desacelerando à medida que os riscos de segurança, as restrições de investimento e os gargalos de infraestrutura se intensificam. O ETI é composto por dois subíndices: o primeiro, de desempenho de sistemas, compõe 60% da nota final e envolve indicadores como sustentabilidade, equidade e segurança; o segundo, de preparo para a transição energética, contribui com os 40% restantes da nota e inclui finanças, compromissos regulatórios e políticos, educação e capital humano, infraestrutura e inovação.A Suécia se mantém na liderança do ETI pelo terceiro ano seguido, com 75,3 pontos. O Brasil aparece na 17ª colocação, com 66,4 pontos, e segue como líder da transição na América Latina. O Fórum Econômico Mundial calcula redução de 4% no preparo da economia brasileira para a transição energética e aumento de 1,2% no desempenho de sistemas.O relatório lista três prioridades para retomar o avanço da transição energética: incorporar segurança e resiliência em sistemas energéticos desde o início dos projetos, acelerar a expansão da rede elétrica e a capacidade de integração, e restaurar a atratividade de investimentos com regulações estáveis e fluxos de capital direcionados principalmente a países emergentes.

Transição Energética Perde Tração em 2026 --- O Fórum Econômico Mundial divulgou um relatório que afirma que a transição energética perdeu fôlego em 2026, com o nível global de preparo para implementar fontes renováveis caindo 0,76% em relação a 2025. Isso representa a maior queda registrada em mais de uma década. A análise do Índice de Transição Energética (ETI) avaliou 120 países conforme 44 indicadores, resultando em notas de zero a cem. A média global foi calculada em 57,3 pontos, avanço de apenas 0,03% em relação ao ano anterior. O relatório destaca que o progresso da transição está desacelerando à medida que os riscos de segurança, as restrições de investimento e os gargalos de infraestrutura se intensificam. O ETI é composto por dois subíndices: o primeiro, de desempenho de sistemas, compõe 60% da nota final e envolve indicadores como sustentabilidade, equidade e segurança; o segundo, de preparo para a transição energética, contribui com os 40% restantes da nota e inclui finanças, compromissos regulatórios e políticos, educação e capital humano, infraestrutura e inovação. A Suécia se mantém na liderança do ETI pelo terceiro ano seguido, com 75,3 pontos. O Brasil aparece na 17ª colocação, com 66,4 pontos, e segue como líder da transição na América Latina. O Fórum Econômico Mundial calcula redução de 4% no preparo da economia brasileira para a transição energética e aumento de 1,2% no desempenho de sistemas. O relatório lista três prioridades para retomar o avanço da transição energética: incorporar segurança e resiliência em sistemas energéticos desde o início dos projetos, acelerar a expansão da rede elétrica e a capacidade de integração, e restaurar a atratividade de investimentos com regulações estáveis e fluxos de capital direcionados principalmente a países emergentes.
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Relatório do Fórum Econômico Mundial revela desaceleração na transição energética global, com queda histórica no preparo para a energia limpa apesar de investimentos recordes.

As aspirações globais por uma transição energética mais acelerada enfrentam um revés significativo. Conforme o mais recente relatório do Fórum Econômico Mundial, em colaboração com a consultoria Accenture, o ano de 2026 marca uma preocupante desaceleração, com o nível de prontidão mundial para a implementação de energia limpa registrando a maior queda em mais de uma década.

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Este cenário aponta para uma constatação crítica: o volume de recursos financeiros direcionados ao setor já não é suficiente para impulsionar o planeta rumo a uma matriz energética mais sustentável. O estudo detalhado do Í

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Transição Energética Perde Tração em 2026—O Fórum Econômico Mundial divulgou um relatório que afirma que a transição energética perdeu fôlego em 2026, com o nível global de preparo para implementar fontes renováveis caindo 0,76% em relação a 2025. Isso representa a maior queda registrada em mais de uma década.A análise do Índice de Transição Energética (ETI) avaliou 120 países conforme 44 indicadores, resultando em notas de zero a cem. A média global foi calculada em 57,3 pontos, avanço de apenas 0,03% em relação ao ano anterior.O relatório destaca que o progresso da transição está desacelerando à medida que os riscos de segurança, as restrições de investimento e os gargalos de infraestrutura se intensificam. O ETI é composto por dois subíndices: o primeiro, de desempenho de sistemas, compõe 60% da nota final e envolve indicadores como sustentabilidade, equidade e segurança; o segundo, de preparo para a transição energética, contribui com os 40% restantes da nota e inclui finanças, compromissos regulatórios e políticos, educação e capital humano, infraestrutura e inovação.A Suécia se mantém na liderança do ETI pelo terceiro ano seguido, com 75,3 pontos. O Brasil aparece na 17ª colocação, com 66,4 pontos, e segue como líder da transição na América Latina. O Fórum Econômico Mundial calcula redução de 4% no preparo da economia brasileira para a transição energética e aumento de 1,2% no desempenho de sistemas.O relatório lista três prioridades para retomar o avanço da transição energética: incorporar segurança e resiliência em sistemas energéticos desde o início dos projetos, acelerar a expansão da rede elétrica e a capacidade de integração, e restaurar a atratividade de investimentos com regulações estáveis e fluxos de capital direcionados principalmente a países emergentes.

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